quarta-feira, 30 de novembro de 2011
Biomedicina: BIOMEDICINA TEM UM AMPLO CAMPO DE ATUAÇÃO
Biomedicina: BIOMEDICINA TEM UM AMPLO CAMPO DE ATUAÇÃO: Perfusão Extra-Corpórea Dentre as 36 especialidades e habilitações o Biomédico pode atuar na Perfusão Extra Corpórea....
BIOMEDICINA TEM UM AMPLO CAMPO DE ATUAÇÃO
Perfusão Extra-Corpórea
Dentre
as 36 especialidades e habilitações o Biomédico pode atuar na Perfusão Extra
Corpórea. A perfusão ou circulação extra-corpórea (CEC) é o procedimento no
qual se substitui temporariamente as funções dos pulmões e do coração enquanto estes
órgãos ficam excluídos da circulação, através de máquinas, aparelhos, circuitos
e técnicas. O princípio da CEC consiste em desviar o sangue do coração direto
para um sistema mecânico que o filtra, promove a sua oxigenação e regula a sua
temperatura substituindo as
funções dos pulmões.
Quando
transformado em sangue arterial, regressa à circulação sistêmica com o auxílio
de uma bomba, que substitui a função do coração. A CEC não apenas substitui as
funções cardiopulmonares mas, ao mesmo tempo, preserva a integridade celular,
a
estrutura, a função e o metabolismo dos órgãos e sistemas do indivíduo durante
operações complexas e demoradas. O perfusionista trabalha numa equipe que atua
no bloco operatório, constituída por cirurgiões, anestesistas e enfermeiros.
Sendo
a perfusão uma técnica extremamente complexa e de vital importância para o
doente, são necessários meios humanos à sua altura, surgindo assim, com uma
função extremamente ativa e precisa, o perfusionista.
http://youtu.be/dvYfumwKvWY
Funções
do perfusionista:
•
Planear, preparar, analisar e utilizar meios tecnológicos em perfusão
cardiovascular;
•
CEC convencional em adultos pediá-tricos e infantis;
•
Dispositivos de bombeamento sangüíneo;
•
Filtração sangüínea;
•
Trocas gasosas;
•
Dispositivos de trocas gasosas (oxigenadores);
•
Hemodiluição;
•
Preservação miocárdica;
•
Técnicas de hipotermia;
•
Circuitos de perfusão;
•
Técnicas de conservação de sangue;
•
Manejo da coagulação;
•
Reaproveitamento sangüíneo peri-operatório;
•
Hemofiltração/hemoconcentração;
• Meios de assistência
cardiorrespiratória
segunda-feira, 28 de novembro de 2011
DOENÇA AUTO-IMUNE
O que é uma doença autoimune?
Nós possuímos um complexo sistema contra invasões externas. É o chamado sistema imune.
As doenças
autoimunes tem aparecido
com uma certa frequência naquelas listas de "causas de doenças" que
eu costumo escrever. É um tipo de doença comum, mas pouco conhecida da
população em geral.
O processo evolutivo criou um mecanismo de defesa que é capaz de reconhecer praticamente qualquer tipo de invasão ou agressão. A complexidade do sistema está exatamente em conseguir distinguir entre o que é danoso ao organismo, o que faz parte do nosso próprio corpo como células, tecidos e órgãos, e o que não é nosso, mas não causa danos, como alimentos por exemplo.
Existe algo como uma "biblioteca de anticorpos" armazenada no nosso organismo. O corpo é capaz de lembrar de todos as substâncias, organismos ou proteínas estranhas que já entraram em contato conosco desde o nascimento. A estes dá-se o nome de antígenos. A partir de agora sempre que eu falar de antígeno, estarei me referindo a qualquer partícula capaz de desencadear uma resposta imune. Durante nossa formação enquanto feto, nosso organismo começa a criar o sistema imune. O primeiro trabalho é reconhecer tudo o que é próprio, para mais tarde poder reconhecer o que é estranho. O útero materno é um ambiente estéril, ou seja, livre de agentes infecciosos. Assim que nascemos somos imediatamente expostos a um "mundo hostil" com uma enormidade de antígenos. Desde o parto, o corpo começa a reconhecer, catalogar e atacar tudo que não é original de fábrica. Esse contato com antígenos nos primeiros anos de vida é importante para a formação desta "biblioteca de anticorpos". O corpo consegue montar uma resposta imune muito mais rápida se já houver dados sobre o invasor. Se o antígeno for completamente novo, é necessário algum tempo até que o organismo descubra quais os anticorpos são mais indicados para combater aquele tipo de partícula. A doença autoimune ocorre quando o sistema de defesa perde a capacidade de reconhecer o que é "original de fábrica", levando a produção de anticorpos contra células, tecidos ou órgãos do próprio corpo.
Exemplo: No diabetes tipo I ocorre uma produção inapropriada de anticorpos contra as células do pâncreas que produzem insulina, levando a sua destruição e ao aparecimento do diabetes.
Existem inúmeras doenças autoimunes, algumas delas já abordadas em outros textos:
- Diabetes tipo 1
- Lúpus
- Artrite reumatoide
- Doença de Crohn
- Esclerose múltipla
O processo evolutivo criou um mecanismo de defesa que é capaz de reconhecer praticamente qualquer tipo de invasão ou agressão. A complexidade do sistema está exatamente em conseguir distinguir entre o que é danoso ao organismo, o que faz parte do nosso próprio corpo como células, tecidos e órgãos, e o que não é nosso, mas não causa danos, como alimentos por exemplo.
Existe algo como uma "biblioteca de anticorpos" armazenada no nosso organismo. O corpo é capaz de lembrar de todos as substâncias, organismos ou proteínas estranhas que já entraram em contato conosco desde o nascimento. A estes dá-se o nome de antígenos. A partir de agora sempre que eu falar de antígeno, estarei me referindo a qualquer partícula capaz de desencadear uma resposta imune. Durante nossa formação enquanto feto, nosso organismo começa a criar o sistema imune. O primeiro trabalho é reconhecer tudo o que é próprio, para mais tarde poder reconhecer o que é estranho. O útero materno é um ambiente estéril, ou seja, livre de agentes infecciosos. Assim que nascemos somos imediatamente expostos a um "mundo hostil" com uma enormidade de antígenos. Desde o parto, o corpo começa a reconhecer, catalogar e atacar tudo que não é original de fábrica. Esse contato com antígenos nos primeiros anos de vida é importante para a formação desta "biblioteca de anticorpos". O corpo consegue montar uma resposta imune muito mais rápida se já houver dados sobre o invasor. Se o antígeno for completamente novo, é necessário algum tempo até que o organismo descubra quais os anticorpos são mais indicados para combater aquele tipo de partícula. A doença autoimune ocorre quando o sistema de defesa perde a capacidade de reconhecer o que é "original de fábrica", levando a produção de anticorpos contra células, tecidos ou órgãos do próprio corpo.
Exemplo: No diabetes tipo I ocorre uma produção inapropriada de anticorpos contra as células do pâncreas que produzem insulina, levando a sua destruição e ao aparecimento do diabetes.
Existem inúmeras doenças autoimunes, algumas delas já abordadas em outros textos:
- Diabetes tipo 1
- Lúpus
- Artrite reumatoide
- Doença de Crohn
- Esclerose múltipla
- Vitiligo
- Tireoidite de Hashimoto
- Doença de Graves
- Esclerodermia
- Psoríase
- Doença celíaca
- Hepatite autoimune
- Síndrome de Guillain-Barré
- Anemia hemolítica
- Tireoidite de Hashimoto
- Doença de Graves
- Esclerodermia
- Psoríase
- Doença celíaca
- Hepatite autoimune
- Síndrome de Guillain-Barré
- Anemia hemolítica
- Granulomatose de Wegener
O tratamento das doenças auto-imunes consiste na inibição do sistema imune através de drogas imunossupressoras como corticóides, ciclofosfamida, azatioprina e outros.
Como ainda não conseguimos realizar uma imunossupressão seletiva aos anticorpos indesejáveis, acabamos por criar um estado de imunossupressão geral que predispõe esses pacientes a infecções por bactérias, vírus e fungos. É a famosa história do cobertor curto.
O diagnóstico das patologias autoimunes é feita baseada no quadro clínico e na pesquisa dos auto-anticorpos no sangue. O principal exame é a dosagem do FAN (fator antinuclear).
Leia o texto original no site MD.Saúde: DOENÇA AUTOIMUNE http://www.mdsaude.com/2008/10/doena-auto-imune.html#ixzz1f33n8CYF
O tratamento das doenças auto-imunes consiste na inibição do sistema imune através de drogas imunossupressoras como corticóides, ciclofosfamida, azatioprina e outros.
Como ainda não conseguimos realizar uma imunossupressão seletiva aos anticorpos indesejáveis, acabamos por criar um estado de imunossupressão geral que predispõe esses pacientes a infecções por bactérias, vírus e fungos. É a famosa história do cobertor curto.
O diagnóstico das patologias autoimunes é feita baseada no quadro clínico e na pesquisa dos auto-anticorpos no sangue. O principal exame é a dosagem do FAN (fator antinuclear).
Leia o texto original no site MD.Saúde: DOENÇA AUTOIMUNE http://www.mdsaude.com/2008/10/doena-auto-imune.html#ixzz1f33n8CYF
domingo, 27 de novembro de 2011
A Gardnerella vaginalis e as infecções do trato urinário
As infecções do trato urinário (ITUs) estão entre as mais frequentes nos seres humanos. São causadas por grande variedade de uropatógenos habituais, porém podem ser provocadas por alguns micro-organismos fastidiosos, como a Gardnerella vaginalis, que é uma bactéria anaeróbia facultativa, observada sob a forma de cocobacilos Gram-variáveis. Ela habita a mucosa vaginal e eventualmente pode ocasionar ITUs. O isolamento pode ser realizado em amostras de urina utilizando o ágar CNA (colistina e ácido nalidíxico), com incubação de 48 a 72 horas em atmosfera rica em CO2. O exame de Gram de urina não centrifugada pode auxiliar o microbiologista na identificação das amostras nas quais uma bactéria fastidiosa seja o agente causal, já que a visualização de inúmeras células epiteliais, a ausência de leucócitos e a presença de mais de um tipo morfológico sugerem contaminação da amostra. Como estudos comprovam a incidência de G. vaginalis entre os agentes causadores de ITUs, o isolamento em uroculturas não deve ser desprezado. A interpretação clínica do crescimento da G. vaginalis é de difícil avaliação, sendo imprescindível a troca de informações entre o laboratório de microbiologia clínica e a equipe médica, investigando a presença de sinais e sintomas que possam estar associados à ITU.
segunda-feira, 21 de novembro de 2011
DOENÇA DE ALZHEIMER
Nomes Populares: Demência; Esclerose; Caduquice
O QUE É?
A Doença de Alzheimer é uma doença do cérebro, degenerativa, isto é, que produz atrofia, progressiva, com início mais freqüente após os 65 anos, que produz a perda das habilidades de pensar, raciocinar, memorizar, que afeta as áreas da linguagem e produz alterações no comportamento.
QUAIS AS CAUSAS DA DOENÇA?
As causas da Doença de Alzheimer ainda não estão conhecidas, mas sabe-se que existem relações com certas mudanças nas terminações nervosas e nas células cerebrais que interferem nas funções cognitivas. Alguns estudos apontam como fatores importantes para o desenvolvimento da doença:
| Aspectos neuroquímicos: diminuição de substâncias através das quais se transmite o impulso nervoso entre os neurônios, tais como a acetilcolina e noradrenalina. | |
| Aspectos ambientais: exposição/intoxicação por alumínio e manganês. | |
| Aspectos infecciosos: como infecções cerebrais e da medula espinhal. | |
| Pré-disposição genética em algumas famílias, não necessariamente hereditária. |
SINTOMAS
"Eu vivo me esquecendo..."
"Não me lembro onde deixei..."
"Doutor, facilmente esqueço dos números de telefone e de pagar contas."
"Doutor, minha mãe esqueceu meu aniversário...Doutor, meu pai se perdeu..."
São esses os tipos de queixas que se ouvem, às quais geralmente os amigos e familiares reportam como "coisas da idade". Entretanto, se alguma pessoa de suas relações esquecer o caminho de casa ou não se lembra de jeito algum, ou só com muito esforço, de um fato que aconteceu, procure um médico. Pode não ser algo importante, entretanto pode ser também um início da Doença de Alzheimer que não tem cura, mas cujo tratamento precoce atrasa o desenvolvimento da doença, produz alguma melhora na memória, torna mais compreensível as mudanças que vão ocorrer na pessoa e melhora a convivência com o doente.
Na fase inicial da doença, a pessoa afetada mostra-se um pouco confusa e esquecida e parece não encontrar palavras para se comunicar em determinados momentos; às vezes, apresenta descuido da aparência pessoal, perda da iniciativa e alguma perda da autonomia para as atividades da vida diária.
Na fase intermediária necessita de maior ajuda para executar as tarefas de rotina, pode passar a não reconhecer seus familiares, pode apresentar incontinência urinária e fecal; torna-se incapaz para julgamento e pensamento abstrato, precisa de auxílio direto para se vestir, comer, tomar banho, tomar suas medicações e todas as outras atividades de higiene. Pode apresentar comportamento inadequado, irritabilidade, desconfiança, impaciência e até agressividade; ou pode apresentar depressão, regressão e apatia.
No período final da doença, existe perda de peso mesmo com dieta adequada; dependência completa, torna-se incapaz de qualquer atividade de rotina da vida diária e fica restrita ao leito, com perda total de julgamento e concentração. Pode apresentar reações a medicamentos, infecções bacterianas e problemas renais. Na maioria das vezes, a causa da morte não tem relação com a doença e sim com fatores relacionados à idade avançada.
DIAGNÓSTICO
Uma das dificuldades em realizar um diagnóstico de Doença de Alzheimer é a aceitação da demência como consequência normal do envelhecimento.
O diagnóstico de Doença de Alzheimer é feito através da exclusão de outras doenças que podem evoluir também com quadros demenciais. Por exemplo:
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TRATAMENTO
Não existe cura conhecida para a Doença de Alzheimer, por isso o tratamento destina-se a controlar os sintomas e proteger a pessoa doente dos efeitos produzidos pela deterioração trazida pela sua condição. Antipsicóticos podem ser recomendados para controlar comportamentos agressivos ou deprimidos, garantir a sua segurança e a dos que a rodeiam.
A doença de Alzheimer não afeta apenas o paciente, mas também as pessoas que lhe são próximas. A família deve se preparar para uma sobrecarga muito grande em termos emocionais, físicos e financeiros. Também deve se organizar com um plano de atenção ao familiar doente, em que se incluam, além da supervisão sociofamiliar, os cuidados gerais, sem esquecer os cuidados médicos e as visitas regulares ao mesmo, que ajudará a monitorar as condições da pessoa doente, verificando se existem outros problemas de saúde que precisem ser tratados.
domingo, 20 de novembro de 2011
Informações para quem deseja estudar BIOMEDICINA
Não se engane: apesar do nome, a graduação de Biomedicina é bem diferente da Medicina. "A Medicina forma profissionais para atender aos indivíduos, investigando, diagnosticando e tratando das doenças. Já a Biomedicina conduz estudos e pesquisas das doenças humanas, sem contato com os pacientes. O curso, com duração média de quatro anos, forma profissionais que buscam as causas das doenças, além de trabalhar com prevenção e cura, desenvolvendo soros e vacinas.
Mercado - O curso foi criado na década de 1960 para formar professores das áreas básicas de saúde. Alguns anos depois, as faculdades passaram a graduar profissionais habilitados a exercer análises clínico-laboratoriais, a área de atuação mais comum dos profissionais. Hoje, o campo de atuação do biomédico é amplo, com mais de 30 especialidades.
O profissional poderá atuar em laboratórios, hospitais, órgãos públicos de saúde e indústrias biotecnológicas, em áreas como análises bromatológicas (de alimentos), banco de sangue, reprodução humana, imagenologia (radiologia, tomografia computadorizada, ultra-sonografia, entre outros exames), biologia molecular, citologia oncótica, toxicologia, entre outras. "A área de perfusão extra-corpórea é uma outra possibilidade que os biomédicos podem atuar, na qual eles são responsáveis uma máquina chamada coração-pulmão, muito importante em cirurgias, principalmente cardíacas", exemplifica Cristine. Não há piso da categoria.
Para os que ainda não se decidiram: Em primeiro lugar, avalie se o que você quer é mesmo a Biomedicina. A professora da UFCSPA conta que muitos estudantes iniciam o curso apostando que ele seja semelhante ao curso de Medicina. "Apesar do nome, são bem diferentes", lembra. Mas, como a colega mais famosa, a Biomedicina exige muito estudo e dedicação do aluno. Um perfil de investigador também é desejável, já que o profissional trabalha com pesquisa e novas descobertas. "Também é fundamental se manter atualizado", ensina Cristine.
A inserção no mercado de trabalho é difícil no começo da carreira. A área de análises clínicas é a mais saturada, mas há diversas oportunidades dentre as 36 especialidades da Biomedicina.
O que vem por aí - O biomédico trabalha em diversas áreas dentro da saúde, mas uma das mais promissoras é a indústria farmacêutica, onde o profissional trabalha no desenvolvimento de medicamentos. A inseminação artificial também é uma forte aposta dos profissionais da área, que avaliam e selecionam os embriões, além dos exames de DNA, por quais são responsáveis.
Para aqueles que desejam fazer o Diferencial - Quem quer se destacar na faculdade deve, desde o começo, apostar em atividades extracurriculares, como participar de palestras, cursos de extensão e congressos. A professora da UFCSPA aconselha ainda que o estudante procure ser aluno de iniciação científica, monitor de disciplinas e se dedique a estágios. No último ano do curso, os estágios são supervisionados.
sábado, 19 de novembro de 2011
"Dia do Biomédico"
| Uma opção profissional, mas também uma opção de vida |
| por uma atuação nos bastidores | |
| Cenário frio...ausência de brilhos e de cores |
| desbotar faces | |
| Fazer dos sorrisos um pranto dolorido | |
| Apagar o brilho dos olhos e a chama energética da vida |
| solitariamente |
| Biomédicos | |
| Sem palco | |
| Sem luzes ofuscantes | |
| Sem cenários deslumbrantes | |
| Às vezes sem nenhum aplauso |
Biomédicos... Trocar o palco iluminado e a perspectiva dos aplausos Profissionais movidos pelo espírito de luta, envolvidos na batalha desgastante e muitas vezes insana contra inimigos invisíveis, que têm como único objetivo Guerreiros incansáveis!!! Guerreiros que muitas vezes comemoram suas vitórias mas nem por isso com menos alegria e consciência do dever cumprido.
| de amor à vida |
Heróis anônimos que brilham nos bastidores, criando scripts e roteiros
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